Visita à Ama

“Há gente que nos assalta. E livremente deixamos que nos roubem. São os chamados ladrões de corações. Mas são dos bons! Em troca, também nos dão um coração com um sabor parecido com o nosso: o deles.”
Obrigada por mais uma tarde de troca de carinhos e memórias! Porque sabe sempre tão bem, chego a casa sempre de coração cheio. Tãão booom :’)
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Recordações…

Por vezes, por andarmos em arrumações descobrimos coisas que redespertam emoções já vividas. Memórias, recordações… E quando não está bem cicatrizado, a ferida quer voltar a abrir… Mas não pode.

“Às vezes é melhor fingires que não dói nem um pouco, que não vês, que não sentes falta.
Às vezes é melhor fingires que não faz diferença, que é melhor mudares, parar de te magoar.
Às vezes é melhor fingires que a ausência é compreensível e os comportamentos explicáveis.
Que nada magoa.
É melhor fingires que vai mudar, que vai ser o que não é. Para acabar não destruindo mais do que tens, mais do que podes conseguir.
É melhor fingires que toda a aflição vem de dentro e não do tempo.
E por mais que magoe, magoe muito… É melhor fingires que nada está a acontecer e que as coisas estão se a adaptar. Mesmo quando sabes, que lá no fundo, está tudo aos pedaços.
Não te esqueças: amanhã é dia de nascer de novo!” São os pequenos gestos que fazem toda a diferença. Obrigada, nunca esquecerei ❤

Memórias.

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“As coisas têm uma maneira singela de desaparecer. Vão-se embora de um jeito singular. Sem sequer repararmos. Um dia olhamos para elas e percebemos que elas já não ocupam o mesmo lugar na nossa vida. Percebemos que não podemos dar um fim às memórias mas podemos sim – e devemos- aprender a ser felizes com elas. Que o que aconteceu de bom é para contar aos filhos e aos netos. É para deixar escrito para que e um dia mais tarde, quando a memória nos falhar, nós não tenhamos se não a essência do nosso testemunho. O que um dia nos fez feliz mas acabou, é também o que nos fará feliz até ao resto dos nossos dias. Muitas pessoas não percebem isso. Gostar do que se teve é uma qualidade. É sinal que conseguimos compreender que a vida dá e um dia também tira e que nada é nosso por inteiro nem para sempre. As boas recordações preservam-se. É nelas que reside a esperança, o sentido do presente. As boas memórias não têm preço. As más memórias também não. E eu não trocaria as minhas memórias por nada deste mundo.”