“Quando deixas de ter medo começas a desfrutar.”

Porque foi um filme que me marcou e não podia ser esquecido. Tenho-o relembrado…

“- Estoy feliz.
– Creo que yo más.
– No, yo mucho más.
– Yo de aquí a Barcelona.
– Yo de aquí al cielo.
– ¿Sí? Pues yo muchísimo más.
– ¿Cuánto?
– A tres metros sobre el cielo.”
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“Y de repente te das cuenta que todo ha terminado. Ya no hay vuelta atrás, lo sientes, y justo entonces intentas recordar en qué momento comenzó todo y descubres que todo empezó antes de lo que pensabas… Mucho antes… y es ahí justo en ese momento cuando te das cuenta de que las cosas solo ocurren una vez, y por mucho que te esfuerces, ya nunca volverás a sentir lo mismo, ya nunca tendrás la sensación de estar a tres metros sobre el cielo.”

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“Vou ser sincero contigo: hoje o meu coração está feito em pedaços. Se realmente estiveres disposta a embarcar nesta viagem comigo terás de colar todos os bocadinhos. Não será fácil. Acredita em mim quando te digo: não será fácil. Conheço demasiado bem o meu coração. No entanto, se realmente fores digna, se realmente fores a metade certa, não desistirás de o fazer. Há uma coisa que sempre disse: o amor não foi feito para aqueles que desistem. Aliás, o amor é um sentimento que gera uma sensação de eternidade. E nessa eternidade o mundo pode parecer-nos estranho, mas nós estaremos sempre certos um para o outro.

Quem és?
Onde estás?
Quando vens?

Ainda não te conheço, mas já te escrevo.”

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Que seja um óptimo dia de sol e muuuuuitos sorrisos 🙂 **

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“Sempre me perguntaram qual seria a origem da felicidade. Respirei fundo e disse: “A felicidade depende de cada um de nós, depende de querermos ser felizes.” Não coloque a sua vida nas mãos de outra pessoa, pois muitos não sabem nem o que fazer com as suas. Então, se olhe no espelho e se ame. Afinal a origem da felicidade está dentro de cada um de nós.”

Recordações…

Por vezes, por andarmos em arrumações descobrimos coisas que redespertam emoções já vividas. Memórias, recordações… E quando não está bem cicatrizado, a ferida quer voltar a abrir… Mas não pode.

“Às vezes é melhor fingires que não dói nem um pouco, que não vês, que não sentes falta.
Às vezes é melhor fingires que não faz diferença, que é melhor mudares, parar de te magoar.
Às vezes é melhor fingires que a ausência é compreensível e os comportamentos explicáveis.
Que nada magoa.
É melhor fingires que vai mudar, que vai ser o que não é. Para acabar não destruindo mais do que tens, mais do que podes conseguir.
É melhor fingires que toda a aflição vem de dentro e não do tempo.
E por mais que magoe, magoe muito… É melhor fingires que nada está a acontecer e que as coisas estão se a adaptar. Mesmo quando sabes, que lá no fundo, está tudo aos pedaços.
Não te esqueças: amanhã é dia de nascer de novo!” São os pequenos gestos que fazem toda a diferença. Obrigada, nunca esquecerei ❤