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“Abandona os gestos desnecessários, abandona o peso e a forma do corpo, abandona o chão. Tens altura suficiente para entrar. Podes sentar-te à frente e podes levantar os braços nas descidas. Subirás devagar, aproveita para ver a paisagem. Descerás de repente, num instante de onomatopeias: zut, vrrrum. Grita. Se quiseres podes gritar. O vento gritará ao teu lado. Tens o cinto de segurança posto, já não podes voltar atrás, já não podes abandonar o ritmo a que bate o teu coração, o teu coração, o teu coração. Respira, a vida é feita de estar vivo. Não vás de olhos fechados, abre os olhos e respira, repara neste momento da tua vida: estás numa montanha-russa, mas nem estás numa montanha, nem estás na Rússia.”

As vantagens de ser um falhado

Inesperado

Vamos encarar os factos: nós somos uns falhados. Podemos não o dizer a ninguém, podemos esconder de nós próprios, mas não conseguimos evitar aqueles pensamentos marotos:
Nenhuma relação que tenho bate certo.
No trabalho só faço asneira.
Sinto-me a ficar para trás.
Tenho vergonha da minha forma física.

Rapidamente nos consideramos um falhanço monumental, e a verdade é que o somos. Apesar de nos babarmos só a imaginar uma vida de suposto sucesso – família perfeita, carreira respeitável, dinheiro abundante e aparência invejável – a verdade é que a nossa vida está cheia falhanços desastrosos.

As boas notícias é que há várias vantagens em ser um falhado:
1. Só não falha quem não tenta.
Normalmente quem é um falhanço é porque tentou alguma coisa. Quer tenha sido lançar uma empresa, começar uma relação, candidatar-se a um trabalho, só o acto de tentar já é memorável. Tudo o que vale a…

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“Gosto muito do meu mundinho. Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu azul, outras tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos. Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso. São necessárias.”

R.I.P. Gabriel García Marquez

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“É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem saber ver.”