Estás a ficar para trás.

Inesperado

Há alturas na vida em que sentimos que estamos a ficar para trás.
Que os outros já nos ultrapassaram. Que vão lá à frente, e que para nós resta apenas um caminho sem grandes oportunidades.

Este sentimento acaba por nos tocar de tantas maneiras diferentes:
Estás numa corrida – literalmente – e não consegues acompanhar o resto do grupo. Atenção que isto começa nas aulas de ginástica do secundário quando a malta do tabaco fica sempre para o fim.
Deixaste cadeiras para trás na Universidade. Os teus colegas do primeiro ano já estão de curso feito (e barba feita) e tu ainda andas a pedir apontamentos emprestados a malta com menos 5 anos que tu (e sim, tens a barba por fazer).
Nunca mais começas a trabalhar. Já anda o resto da malta a cavalgar as consultoras com salários que te fazem corar, e ainda andas a acabar…

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As vacas não dão sumo

Grande lição de vida!
“E pronto, é este o nosso drama. Porquê? Porque é o que fazemos na vida: esperamos que algumas coisas nos dêem o que não conseguem dar. ”
Inspirem-se…

Inesperado

inesperado.org- vacas e laranjasAs vacas dão leite, as laranjas dão sumo de laranja. Estas 2 ideias parecem simples, mas não são. Aliás, um dos nossos grandes dramas é baralhar as duas.

O drama vai passando despercebido, até ao momento em que desejamos um sumo de laranja.
E o que seria razoável fazer quando queremos suminho? O razoável seria ir às laranjas. Mas não! O que fazemos é ir ter com a vaca e dizer: Passa para cá o suminho! Ao que ela responde: Muuuuh.
Não queremos dar parte fraca, mas ficamos cada vez mais irritados. É um desplante o raio da vaca não nos dar o suminho que queremos! E ela diz: Muuuh. Enquanto não tivermos o que queremos, não saímos dali, nem que a vaca tussa. E realmente a vaca não tosse, e responde apenas: Muuuuh.

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Memórias.

Imagem
“As coisas têm uma maneira singela de desaparecer. Vão-se embora de um jeito singular. Sem sequer repararmos. Um dia olhamos para elas e percebemos que elas já não ocupam o mesmo lugar na nossa vida. Percebemos que não podemos dar um fim às memórias mas podemos sim – e devemos- aprender a ser felizes com elas. Que o que aconteceu de bom é para contar aos filhos e aos netos. É para deixar escrito para que e um dia mais tarde, quando a memória nos falhar, nós não tenhamos se não a essência do nosso testemunho. O que um dia nos fez feliz mas acabou, é também o que nos fará feliz até ao resto dos nossos dias. Muitas pessoas não percebem isso. Gostar do que se teve é uma qualidade. É sinal que conseguimos compreender que a vida dá e um dia também tira e que nada é nosso por inteiro nem para sempre. As boas recordações preservam-se. É nelas que reside a esperança, o sentido do presente. As boas memórias não têm preço. As más memórias também não. E eu não trocaria as minhas memórias por nada deste mundo.”