Praxe de eleição do Padrinho

Depois de lhe ter arranjado os m&m’s, de lhe dizer que apoiava desalmadamente as suas equipas do FM, que protegia a sua fronha contra todos os males da terra e que fazia olhinhos do gato das botas, a sua resposta foi um SIM! Um sim, Madrinha! 🙂
Obrigada mais uma vez. Obrigada pais. Obrigada maninhas. Obrigada avózinha. Obrigada a si! Porque são estas coisas que deixam uma pessoa feliz. São estas coisas que nos enchem por dentro, e eu ultimamente só tenho a agradecer por tudo o que me têm proporcionado! E a verdade é esta, apesar de todas as coisas que andam aí relativas à praxe, a verdade é que a praxe une e faz-nos sentir coisas boas. As melhores coisas da vida académica.
Um muito obrigado de coração! E só peço mais uma coisa: por favor, continuem a estar presentes na minha vida!

Dia da Diana

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Segundo a Rádio Comercial, hoje é o Dia da Diana! Então aqui vai:

“A Diana é muito atenciosa e apegada à família. Possui um senso maternal muito forte, e é o tipo de pessoa que gosta de se sentir útil e necessária. Com isso chega a assumir mais responsabilidades do que realmente pode suportar. Não costuma voltar atrás nas suas palavras! Muito ocupada, raramente se permite algumas horas livres para o lazer.”

Sobre a praxe

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“A Praxe é ingrata, ponto assente.
Não há pastilhas que atem de novo as minhas cordas vocais.
Não há água que reponha o que camisa absorveu ao longo de um dia.
Não há gelo que acalme a dor nas plantas dos pés, que aguentaram o peso, de sol nascer a sol pôr.
Não há alimento que encha o estômago, negligenciado a troco de mais um jogo.
Não há Santa Paciência que beatifique as barbaridades que oiço, mesmo nas perguntas mais simples.
Não há almofada que passe mais tempo encostada à cara do que a minha própria capa.
Fiz noitadas, preparei equipas, equipamentos, o traje, trajes, figurinos e adereços, músicas, gritos, pinturas, a mente, o corpo. Dispendi sono, calorias, muitas calorias, voz, tempo, amigos, criatividade e imaginação, sola, mais calorias, saúde, dinheiro, interesses pessoais, férias.
Mas há algo que paga tudo isto.
Os primeiros sinais são simples. O sorriso cúmplice quando as flexões se tornam insuportáveis. A reposta soprada ao ouvido, ao colega recém-chegado. As gargantas em esforço a defenderem a sua futura formação. Os castigos em comunidade, a criatividade conjunta e o espírito de família, crescendo visivelmente a olho nu por cada dia que passa. A admiração por quem deles cuida. A humildade e veracidade com que se despem de quaisquer personagens, deixam o fato em casa, e vêm ser eles, desconhecidos entre desconhecidos, únicos no meio de únicos. A chegada com um sorriso na cara, com a pele preparada para servir mais uma vez de tela, e a despedida, já sem forças no corpo, com olhos cansados de tantas memórias criadas.
Nos dias seguintes vejo uma mesa preenchida de caras limpas e esfregadas, a trocar contactos. A refeição, momento de eleição para a partilha, serve para discutir os acontecimentos recentes. O início das aulas provoca o início das conversas paralelas e da troca de apontamentos. Começam também os planos conjuntos, extracurriculares. Mas não tarda os copos são trocados por sebentas e brinda-se, em vez dos comuns clichés, aos nove e meios da pauta.
O melhor não vemos nós, já longe. O produto final.
As caras que aguentaram guaches e batons não aguentam as lágrimas, na despedida. A força ganha nas flexões serve para apertar os Amigos, no dia do até já. A voz, alimentada com hinos e cânticos, falha no derradeiro discurso. As memórias, bem estimadas e catalogadas, irrompem simultaneamente em cada rosto conhecido que se vê. O corpo, que foi emprestado para encarnar um qualquer personagem fictício, teima em não ser nosso e a querer voltar para trás. Os olhos, esses, continuam em baixo, para conter o impulso emotivo.
O vínculo de praxe, que condensa três semanas em três dias, dá o seu fruto. Muitos deles encontraram amigos para o resto da vida. Encontram família afastada e alguns conterrâneos. Encontram semelhantes. Talvez o padrinho de casamento, o companheiro artístico ou o par desportista. Alguns encontraram a mulher ou o marido. Provavelmente, já não vou saber disso.
Sei que vi muitos sapatos pretos no meu primeiro ano. Hoje, quando praxo, olho primeiro para baixo, para os meus.”

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“Fé é essencial. É o jeito mais sereno e forte de confiar. Acredite, você não está sozinho. Esteja sempre pronto pra ouvir, pra sentir, pra ver. Deus se manifesta o tempo todo, em todos os lugares, basta acreditar.”

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“Uma mulher apaixonada é até morrer uma mulher apaixonada: vive daquele amor que muitas vezes até nem é amor; é ao invés uma espécie de dependência, um vício, uma seringa que se espeta na veia e de lá não consegue ser retirada. Uma mulher apaixonada alimenta de pedaços suculentos de vazio o que sente: basta um sorriso, uma palavra menos agressiva, um simples carinho, para tudo voltar a fazer sentido e o amor ser perfeito – perfeito: um amor perfeito para uma mulher completamente apaixonada não é mais que uma conta de nada mais nada, que resulta em tudo para ela.”

Obrigada mais uma vez por mais uma vez.

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Surpresas. Tão bom! Ainda pra mais quando somos nós que as fazemos. O gostinho de saber que vou fazer a outra pessoa feliz já me enche a barriga. São estas pequenas coisas que me fazem bem. São estes grandes momentos que me fazem verdadeiramente feliz. Quando nos despertam os sentimentos, tenho a dizer que está tudo lixado!
Amizade a crescer. Tão bom! Só peço mais à vontade da minha parte, mais eu mesma com os meus. Vou fazer por isso, porque quero mesmo que resulte. Porque confio e me fazem muito bem. E porque sei que lhes faço bem também.

Pedido de apadrinhamento

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E foi assim. Dia 13 de Janeiro de 2014, fiz mais um pedido de apadrinhamento, mas desta vez a uma Doutora de Enfermagem. Os minions estiveram presentes, tanto na edição da música como nos cupcakes. Não me arrependo nem um bocadinho da escolha que tomei, de ter mais uma madrinha, coisa que não me passava pela cabeça no início do ano.
Estou orgulhosa das pessoas boas que estou a conhecer. E só quero que permaneçam na minha vida. Obrigada de coração!

Anciosérrima!

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As viagens de comboio para casa à quinta-feira tem outro sabor! São ainda melhores que as de sexta, depois de uma semana de terror sem estar na minha casa e com os meus. Esta deu para descobrir umas coisinhas que já tanto me tinham dado a volta à cabeça. Sim, tipo um quebra-cabeças, que foi desvendado durante a espera pelo comboio. “Trombuda” eheheh
Agora estou ansiosa por segunda-feira (apesar de ser bastante estranho, já que vou voltar à vida de estudante). Mas segunda-feira vai ser especial. Muito especial! Muitíssimo especial!
Mas vá, agora é aproveitar o fim de semana que não é todos os dias!